sábado, 6 de dezembro de 2008

The end!

Inspirei-me contra a minha vontade básica de descansar e resolvi finalizar o que já se arrastava há uns meses. Fui ontem para a cama com a criatividade meia adormecida. Dormi. Quando acordei fui buscar o lápis, a borracha e o texto e: zás trás pás! Finito!
Amigas, espero que gostem e se divirtam! Esta peça é vossa. Frágil, incongruente, escrita aos soluços, tonta. Acredito que vão transformá-la numa boa "coisa assim".
;)

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O primeiro "prémio-ódio" da vida sem stress

... agora vacilo. Será que vale a pena atribuir um primeiro lugar ao ser que tenho em mente? Se lhe der essa categoria - ser a noja inicial da minha fase zen... não será dar muita importância à criatura?
Vejamos... ela não processa muito bem a informação. Tem uma insegurança atroz que a deixa irritante, verme e vil. Tenta dividir para reinar. Ri-se de modo tolo. Perturba. Em reunião tive de lhe dizer que não tinha piada... mas não entendeu. A imbecilidade provoca-me horror.
Tenho de a retirar do meu pensamento... por isso já não lhe vou dar prémio nenhum... que se lixe e que ela vá para o lixo!
PS - Não a reciclem! Por favor...

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

I'm back!

Olá, olá!
Voltei do mundo do silêncio. Sofri de incapacidade externa de comunicar com o universo, que terrível impressão solitária. Oh, god! No entanto, não tombei do cavalo. Aguentei-me firme e desesperada a esperar por tempos melhores. Felizmente o tormento passou. Agradeço ao meu irmão jóia ter ressuscitado o meu computador com golpes sobrenaturais e supositórios de cds de nova instalação.
O meu querido canta agora notas diferentes. Está mais místico e já não me dá aquele nanana quando encerra. Murmura uma melodia meia nublada e cinzenta. Fecha-se num sussurro. Ainda demora algum tempo a aquecer para a minha pressa de teclar. Por vezes fica perturbado e o rato invade o écran. Não me deixa sossegá-lo. Acalma-se quando não lhe ligo, quando desisto dele. É assim como se fosse uma criança mimada. E ligeiramente carente. Com o tic tac isso passa, toma lá um nescafé. O meu computador é o único que conheço que beberica cafeína e que se dá mal com chá de tília. É de humores e vapores.
Por enquanto estamos felizes os dois. Ainda não voltámos à relação fusional que tínhamos porque estou a tentar libertar-me do amor por objectos inanimados. É um vício!
Mais assuntos interessantes: o cabelo desanimou e fugiu em tufo pelo bairro alto. Com sorte transformou-se em recheio de almofada de alguém...
Boa noite! :)
Nota explícita: Quem não foi ver "CASAS" foi ao ar, ao mar e perdeu o lugar! Que descanse em paz cada ser imbecil que perdeu o imperdível... azar!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Muita agitação fixolas, computador zero!

Olá!

A estreia e os espectáculos que se seguiram foram divinos! Maravilha!
O meu computador faleceu há uma semana. Já cheira mal mas ainda não o enterrei...
Até...

sábado, 8 de novembro de 2008

Optimista e... estúpida! ;)


Estou com uma juba incontrolável. Cabelos já muito compridos que não param de crescer. Hoje tentei pôr fim a este desenvolvimento capilar desmedido, mas bati com o nariz na porta. Ou melhor, continuei com o cabelo ao vento. Parva. Pensei que havia sempre uma hora para mim naquele espaço que tem o meu número. Afinal, nicles!

O problema é que vou manter esta gadelha apocalíptica até ao final do mês porque não tenho agenda para uma 2.ª tentativa.

Também posso agarrar numa tesoura e...
Nota subliminar: CASAS

A vida é boa e eu também faço coisas!

Estou contente! Cansada, sem ter tempo para dormir, mas feliz. Jubilosamente serena :)
Frémito tranquilo. Olé!
Ensaios a bombar, a peça quase a estrear (já falei das
Casas que vão acontecer na biblioteca de Telheiras?).
O trabalho no estaleiro a fazer-me vibrar outra vez. Sentir tanto, sentir-me mais útil, entristecer, frustrar, rir-me, ser competente e séria, completamente tonta, uma perfeita imperfeita. E gostar de tudo isto.

Casas

« As pessoas têm a mania que são donas de cães, de canários, de outras pessoas, de casas, e até da própria terra. Ponhamos os cães e os canários de lado, e vejamos como é que se comportam as pessoas com as casas. Depois a história é simples: a porteira trabalha para a madrasta e depois vem o príncipe, que é mais poderoso, expropria a madrasta e fica com a porteira. Mas como é que é depois da felicidade para sempre? Como é que são as histórias depois de acabarem as histórias? »
*****

Teatroàparte apresenta CASAS


Texto de Miguel Castro Caldas e encenação de Gonçalo Amorim

Actuações a 14 Novembro 22h + 15 Novembro 16h e 22h + 21 Novembro 22h + 22 Novembro 16h e 22h + 28 Novembro 22h + 29 Novembro 16h e 22h

Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro em Telheiras.

Reservas e Informações 96 422 61 76
teatroaparte@sapo.pt

domingo, 26 de outubro de 2008

"Errata"

- Acordei tarde (e soube-me mesmo bem!)
- Arrumei algumas coisas em casa (libertei-me da reciclagem que asfixiava a arrecadação, por exemplo)
- Ali não havia o cabo que quero :(
- Fui ao Príncipe Real e perdi-me com algumas "obras de arte"*
- Tive de resolver querelas entre os andares do meu prédio
- Tomei um banho fantástico com uns sais e uns óleos relaxantes que me perturbaram o sistema nervoso central ;) + Revista Happy, muito intelectual para o estado lobotómico em que me encontro. Mal acerto nas teclas, tal é o torpor...

Não fui ao ginásio. Não lutei com almofadas. Não fui ver o Mestre. Bad, bad girl!

* e estou com vontade de me dedicar novamente à bricolage-futil-caseira. Vou fazer tantos presentes giros para o Natal! :)

sábado, 25 de outubro de 2008

Lista de tarefas

- Acordar cedo
- Arrumar a casa toda
- Ir ao ginásio
- Ir ao Aki - procurar cabo extensível de, pelo menos, 2,5 metros
- Visitar a Feira do Príncipe Real e não gastar dinheiro
- Telefonar aos meus amigos que me ligaram durante a semana e eu não consegui atender
- Participar/ assistir (?) a uma luta de almofadas gigante, às 18 horas no Largo Camões
- Ir a Sintra a um espectáculo do Mestre Palhaço
- Escrever
- Descansar...
Será possível? :)

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Um dia destes assumo a preguiça

... que há em mim - da cabeça aos pés - e deixo-me adormecer à tarde no sofá.

Entretanto...
 
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