domingo, 4 de abril de 2010

A influência dos raios solares na disposição emocional da Humanidade

Nestes dias de sol ténue sinto-me mais capaz de fazer mil coisas e de conquistar o mundo. Parece que o calor aquece o meu corpo e ilumina mesmo a alma.
Já tenho saudades do sol e de ficar muito tempo prostrada, a adorá-lo. Deixar-me ir, adormecer enlouquecida e febril, abandonar-me... depois despertar, ter uns momentos de racionalidade a pensar que os raios destroem o organismo e voltar aos sonhos quentes e à sensação de conforto que o abandono ao sol provoca.
Quero muito isto!

terça-feira, 23 de março de 2010

domingo, 14 de março de 2010

Fim-de-semana àparte e maravilhoso!

É mesmo um privilégio gozar uns dias com a boa companhia dos apartianos, a trabalhar com gosto e energia na próxima peça que já se sente viva!
Ainda por cima esteve sempre sol!
Oh, encantadora travessura! :)

domingo, 7 de março de 2010

Também preciso de deixar - definitivamente - de roer as unhas, dedos, mãos, cotovelos e ombros.

Qualquer dia desapareço, auto-comida...

Preciso de energia positiva para passar a ferro!

Como eu odeio as tarefas domésticas!!!
Tivesse eu outra profissão, dinheiro do bom e lá vinha a Marquília em pessoa. Mas não! Pobre, miserável, triste e amargurada, reflicto sobre a vida e a roupa que protesta e murmura:
- Passa-me com o ferro à bruta, põe-me toda quente, endireita-me a coluna, molha-me com água, borrifa-me toda! Entorta-me, bate-me, sacode-me! E depois guarda-me junto aos meus amigos do armário!
- Caluda! - grito à revolução vestuária - Ainda sou eu que decido o que faço!!! Sou a minha auto-dona!
Ao ouvirem isto, as roupas riram tanto que chegaram às lágrimas e eu não precisei de usar o borrifador para lhes tirar os vincos e as rugas.

Oh, infelicidade fútil, tormento atroz! Ter tanto material no guarda-vestidos que não é auto-suficiente e autónomo. Malditas coisas inanimadas!
Um dia destes deixo de usar roupa!... talvez quando vier o calor!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Regresso ao Mundo Virtual

Voltei, à experiência ainda com a tmn (medo!)...
Hoje estou de férias de 2009. Ainda tenho uns dias para gozar e... estou a ter um gozo total. Dormi imenso, estou em casa em pijama, a estudar LGP na net, pachorrenta, a pensar na dieta e na bicicleta na arrecadação, nos meus armários com roupa a pedir para ser libertada da prisão que é o meu palácio fútil. À tarde vou arrumar tudo, passar a ferro, seleccionar o que não gosto ou não me fica bem... escrever um livro, plantar uma árvore... hoje podia fazer tudo!!!
...
Ou não ;)
Isto de me tornar simples é muito complexo!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Informação pré-exclusão do mundo uebeuebeuebe

Zanguei-me com a TMN e durante uns tempos não vou ter internet.
Acabou-se. Vou ficar de fora. Outsider, à margem pelas ruas do conhecimento, marginal, internetless, pobre, triste, deprimida...
Mas talvez ganhe algo em troca! Paz e menos teclar. Talvez ganhe amor e liberdade. Talvez arranje net clandestina. Talvez grite nas ruas sem conhecimento.

Talvez, talvez. A única excepção ao talvez é a certeza de dizer adeus a essa terrível realidade tmniana!
Adeus, TMN, foi bom enquanto durou (o acesso ilimitado)!

Até ao meu regresso, amigos!

Info-excluída mas orgulhosa, Ana Offline

domingo, 14 de fevereiro de 2010

A temperatura baixa faz mal ao espírito zen

O gelo saltou para os meus pés, trepou pelo corpo e alojou-se no cérebro. Pensamentos frios e desconcertados e o coração preocupado porque não tem mão na pinha...

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Trabalho ou prazer?

É assim tão estranho sentir prazer a trabalhar? É um luxo ou uma sorte? Uma sorte luxuosa?
Gosto mesmo do que faço, good!!!!!!!!!
"E o prazer, dá-vos trabalho?
A mim dá. Um trabalhão!
Mas depois... é um prazer!"*
:)
* Um texto do tempo Esquerda Baixa, quando eu era pequenina...

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Às vezes...

Às vezes não pensamos, mas sentimos imensas coisas... que não compreendemos. Talvez porque não reflectimos muito, porque não queremos que a razão se aproxime de nós. Às vezes não percebemos mesmo o que aconteceu. Fui eu? Fiz alguma coisa? Não fiz alguma coisa? Fiz muito, pouco, nada? A sensação que fica é de alguma tristeza/ incerteza. Fiz merda? Fizeram-na por mim?
Gaita, às vezes gostava de ser mais literal, de não sentir tanto e não perceber sem compreender o que não se diz mas que se sente.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

A Arte da Simplicidade

Podia ser o fim do mundo, mas é apenas a minha cabeça a pedir contas ao coração.
- Porque és tão impulsivo, pequeno cubículo da emoção?
- Não sei, talvez seja do ar, do vento que anda parado, responde o músculo cardíaco sem ligar.
- Como explicas a imensidão de objectos que vivem no nosso palácio?
- Sei lá... o desejo de possuir, a herança dos tempos modernos. Ser e ter, ter para ser, por aí
- ...
- ...
- O que vamos fazer para mudar os nossos estranhos hábitos de consumo?
- Eu estou a ler um livro... e... agora é que vai ser!
- Não temos espaço no lar. Temos estado a subir pelas paredes para mudar de divisão... pouco prático.
- Sim... pouco prático.
- Pouco, nada. Muito pouco ou nada prático. Dormir numa cadeira, almoçar na banheira. Achas bem?
- Eu agora ando mesmo a ler um livro que...
- Se daqui a uns dias não simplificares a nossa vida, simplifico-a eu, disse a cabeça, ameaçando o coração com a mão.
O coração escondeu-se de vergonha e medo. A cabeça foi meditar para a cozinha, onde preparou um café.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Desde que sou zen...

Atribuo às minhas crises físicas de expurga total um significado místico de limpeza da alma para receber algo de novo do universo, uma coisa boa e magnífica!
Estou à espera! :)

domingo, 24 de janeiro de 2010

Separados à nascença

Eu acho que são iguais. A diferença está no comprimento das pernas e na expressão facial...
Reparem bem:

 
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